Processo tipo “abaixo-assinado”

Ai, ai! Só rindo mesmo, porque eu já disse aqui quero morrer aos 101 anos, dormindo. Nem na praia eu quero, que é onde disse o Noblat que, se o FHCboy não partir pra cima da Dilma, vai dar seu último suspiro por aqui.
De raiva então… Nem pensar…..
Então… Deixa eu desopilar meu fígado, porque é um órgão muito sensível e num é tipo vesícula, que a gente pode arrancar fora.
Deixa eu rir…

Vocês já devem ter assinado aqueles “abaixo-assinado”, que uma pessoa faz o texto, e aquele mooooonte de gente assina embaixo, né?
Pois é.

Disse o Aécio outro dia que, quando acabar as eleições, ele vai processar a Dilma por injúria e difamação.
Eu fiquei cá pensando com meus neurônios inquietos.
– Por injúria e difamação? Mas como assim?
– O caso do aécioporto, a desapropriação das terras deve estar documentada, né? Nenhum governo vai desapropriar terras de “seu” ninguém, assim no papo. Ninguém é besta.
– O dito cujo tá lá. Pra qualquer um ver. Não é ilusão de ótica, nem miragem.
– Os desvios de verbas feitas no governo do moço em Minas, tá rolando pelos blogs e pelas belezuras das Redes Sociais, documentos assinados e carimbados.
– Doações de empresários pra campanha de uns e outros, os “caixa dois”, idem.
– Tem até grana da Petrobrás pra tucano documentada, que é o tema de uma nota só, preferido pelo tucano nos (de)bates.
– Se praticou nepotismo… Isso aí é mais complicado, porque os parentes são generosos e, segundo o FHCboy, foi “trabalho voluntário”. Mas tem jeito também. Quebra o sigilo bancário do povo…
– E o estrago que ele fez em Minas, durante seu governo, é só ir lá. Ou viver lá, pra ver de perto, se é fato ou é injúria.
Então, esses aí não devem fazer parte do rol das injúrias e difamações.

Já as histórias cabulosas de que ele gosta do tal do pozinho branco, que é mulherengo, que já é chegado num álcool, que não gosta das mulheres, que foi pego dirigindo embriagado, que botou botox na cara toda, e etc. etc. etc. de onde surgiram todas essas histórias?
De onde o povo tira esses “fatos”? Da própria cabeça?
Eu, por exemplo, nem moro em Minas. Tomo conhecimento dessas “fofocas”, onde?
Quem é que tem por hábito, publicar “fatos” e depois investigar?
Então, eu queria sugerir ao FHCboy uma coisa.
Neste documento onde ele vai processar a Dilma por injúria e difamação, ele bem que podia prestar um serviço à nação brasileira.
Faz tipo o tal do “abaixo-assinado”.
Aproveita o mesmo papel, e junta os nomes de tooooodooooos aqueles “jornalistas”, os insetos transmissores do ódio, da calúnia e da difamação; de todos os jornalões; de todos os folhetins, e processa todo mundo de uma vez só, num é não???

Eu conheço gente que conhece o FHCboy.
– Aí galera! Se o advogado do moço precisar de subsídios pra formular o tal documento, fala prá ele entrar aqui no Pontuando, que eu vou deixar umas coisinhas bem básicas sobre jornalismo aqui pra ele. Pode ser que ajude…

“Jornalismo é a atividade profissional que consiste em lidar com notícias, dados factuais e divulgação de informações. Também se define o Jornalismo como a prática de coletar, redigir, editar e publicar informações sobre eventos atuais. Jornalismo é uma atividade de Comunicação. [1] Em uma sociedade moderna, os meios de comunicação tornaram-se os principais fornecedores de informação e opinião sobre assuntos públicos, mas o papel do jornalismo, juntamente com outras formas de mídia, está sofrendo modificações, decorrentes da expansão da internet. [2] Ao profissional desta área dá-se o nome de jornalista. O jornalista pode atuar em várias áreas ou veículos de imprensa, como jornais, revistas, televisão, rádio, websítios, weblogues, assessorias de imprensa, entre muitos outros.”

Ética jornalística

Atualmente, o jornalismo oscila entre a imagem romântica de árbitro social e porta-voz da opinião pública e a de empresa comercial sem escrúpulos que recorre a qualquer meio para chamar a atenção e multiplicar suas vendas, sobretudo com a intromissão em vidas privadas e a dimensão exagerada concedida a notícias escandalosas e policiais.
O tipo de jornalismo de ética duvidosa ou contestável é chamado de imprensa marrom.”
(Wikpédia)

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