O Universo sempre conspira a meu favor….

Fui chamada no colégio do João Vitor pra “resolver” um problema, que nem era tão problema assim. E o mais inacreditável: o diretor pedagógico da escola, sabia que João Vitor não estava envolvido no “problema”. (????????????)
Depois de DUAS horas de conversa, falei até babar, pela enésima vez eu escutei:
– a senhora é uma figuraça! Nossa!!! Que prazer em conhecê-la! O João Vitor e a Vitória têm que agradecer muito à vida e, sobretudo, à senhora!!!
E eu, pela enésima vez, respondi:
– eu devo mesmo ser uma “figuraça”! Até eu mesma me acho meio “piradinha”. Mas sabe? Eu também tenho muito o que agradecer à vida. Sobretudo ao João Vitor e a Vitória! Eles me fazem muito bem!

Eu tô começaaaando a achar que, quando minha tia me pegou nos braços quando eu nasci, porque nasci em casa, ela pegou um ETezinho! Eu não devo mesmo ser deste planeta!!!! (escutei isso também!)

Saí do colégio com uma vontade enlouquecida de pegar uma furadeira de impacto, a maior broca que eu achasse, e fazer dois furos na minha cabeça. Um de cada lado. Pra ver se esvaziava a minha cabeça…. Pra ver se voava tudo lá de dentro…

Fui pro salão pintar meu cabelo e fazer minhas unhas.
Sentei na cadeira da manicure e, como dizia minha mãe, esparrachei na dita cuja.
– minha cabeça tá tããão cheia…
Entreguei meus pés e minhas mãos pra mocinha e fechei meus olhos.
Enquanto o rapaz colocava a tinta no meu cabelo, pensei: ah! Vou fazer uma hidratação nos meus cabelos. Receber uma massagem pra ver se amolece meu couro cabeludo. Tá duro que nem pau.

O salão que eu frequento é muito gostoso. Nunca está cheio, porque só se atende lá, com hora marcada. E sempre está tocando umas musiquinhas. Sempre de muito bom gosto e o melhor, bai-xi-nhooo!
Sentei no lavatório pra fazer a tal da hidratação e iniciou-se a massagem.
Aí… O universo conspirou a meu favor. Ele sempre conspira!!!
E eu tive a oportunidade, a felicidade, o privilégio de fechar meus olhos, e voltar a um final de tarde de há muuuito tempo. De dentro do meu carro, estacionado, eu pude ver os pingos da chuva que caía nas janelas e ouvir uma música liiinda! Suave! Mansa!
E eu vi, nitidamente, Luana, ainda pequena, entrando no meu carro, saindo de uma aula de balé:
– oi, meu amor!!!!
Que paz!!!!!

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