OHMMMM!!!!

Será que meus netinhos vão me puxar?

“Brinca, pula, grita, faz bagunça….
– Pronto, Gu e helena, agora é hora de acalmar. Vamos deitar aqui com a mamãe.
– mamããããe, não é assim que acalma. É assim ó!”

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Ser Mãe

Para minhas leitoras mamães e meus leitores papais bem humorados, um feliz dia das mães!

“Caminhava com a minha filha de 4 anos, quando ela apanhou qualquer coisa do chão e ia por na boca.
Expliquei a ela para nunca fazer isso.
– Mas porquê? – perguntou ela.
Respondi que se estava no chão estava sujo, cheio de micróbios que causam doenças.
Nesse momento, minha filha olhou-me com admiração e perguntou:
– Mamãe, como você sabe tudo isso? Você é tão inteligente!
Rapidamente refleti, e respondi-lhe:
– Todas as mamães sabem estas coisas. Quando alguém quer ser mamãe, tem que fazer um grande teste e tem que saber todas estas coisas, senão, não pode ser mamãe.
Caminhamos em silêncio cerca de 2, 3 minutos. Vi que ela pensava ainda sobre o assunto e de repente disse:
– Ah, já entendi. Se vc não passasse no teste, você era o papai!
– Exatamente! – respondi com um enorme sorriso…

(Autora desconhecida)IMG_2093

Água acaba mas volta! (Diálogos com a vovó)

-Helena, vamos tomar banho com a vovó?

– depois!

– ah vamos agora!!! Faz teeempo que você não toma banho com a vovó!

– depois, tá bom vovó!

– mas a gente toma um banho bem rapidinho!

– por quê

– porque hoje tem racionamento de água aqui na casa da vovó.

– hã?

– sabe o que é? É que na casa da vovó a água tá quase acabando. Por isto a gente tem que tomar um banho beeeem rapidinho.

– ihhh!!! Mas não é só aqui não, sabia vovó? A minha professora me disse que tá acabando a água em toooodo o planeta!

– e é verdade! Por isso a gente tem que economizar água porque tá acabando mesmo!

– e quando ela volta, vovó???

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Pesquisa Revela 7 Hábitos De Pessoas Cronicamente Infelizes

Por Portal Raízes

O conceito sobre felicidade se torna extremamente claro com esta definição: Existem 7 características principais de pessoas cronicamente infelizes. A pesquisadora Sonja Lyubomirsky, da revista Psychology Today, da Universidade da Califórnia, afirma que “40% da nossa capacidade para sermos felizes está em nossa disposição de mudar”. Se isso é verdade e é, há esperança para todos nós. Existem bilhões de pessoas no nosso planeta e, claramente, algumas ficam na pinguela entre a felicidade e a infelicidade.

Aprendi, depois de muito tempo, que existem certos traços e hábitos que parecem dominar cronicamente as pessoas infelizes. Mas antes de mergulhar com você neste tema, deixe-me antecipar algo importante: Todos nós temos dias ruins e mesmo semanas, meses e anos ruins, principalmente quando caímos na armadilha de uma das sete áreas que vamos descrever.

A principal diferença entre uma vida feliz e uma vida infeliz é o tempo em permanecemos nela.

Confira as 7 categorias de pessoas cronicamente infelizes.

A crença padrão é que a vida é difícil. Muito difícil…
Pessoas felizes sabem que a vida pode ser difícil, mas se dispõem a atravessar os tempos difíceis com uma atitude sábia de não se colocar no papel de vítima. É comum assumirem a responsabilidade por se meterem em confusão. E se concentram em sair dela o mais rápido possível.

Apresentam firmeza para encarar o problema em vez de reclamar das circunstâncias. Este é o sintoma de uma pessoa feliz. As pessoas infelizes se consideram vítimas e ficam presas com uma reclamação recorrente: “Olha o que aconteceu comigo”. As pessoas infelizes jamais buscam um caminho alternativo.

Acredita que a maioria das pessoas não é confiável
Não é preciso dizer que confiança é importante. A maioria das pessoas felizes confia no outro. Acreditam no bem que as pessoas podem fazer. E são amáveis com todos. Por isso se tornam especialistas em construir um espírito de comunidade em torno de si.

As pessoas infelizes, ao contrário, desconfiam da maioria que conhecem e dizem que os estranhos não são confiáveis. Infelizmente essa é uma postura que, lentamente, fecha a porta a qualquer conexão externa e frustra todas as chances de fazer novos amigos.

Prefere se concentrar apenas no que está errado neste mundo e não reconhecem o que é certo
Há muita coisa errada neste mundo. Nem é preciso argumentar sobre elas. Mas as pessoas infelizes fecham os olhos para o que está certo e se concentram exclusivamente no que está errado. E quando se deparam com coisas boas respondem com um duvidoso “Sim, mas…”.

As pessoas felizes estão cientes das mazelas que acontecem no mundo, mas estabelecem um ponto de equilíbrio em sua preocupação para enxergar também o que é certo. O mais apropriado, neste caso, é chamar isso de “Manter os dois olhos bem abertos”. Pessoas infelizes tendem a fechar um olho para as coisas boas com medo de que possam se distrair do que está errado. Pessoas felizes preferem manter os olhos em perspectivas. Elas sabem que em todos os lugares têm problemas, mas também fixam os olhos no que é certo.

Vive a se comparar com os outros e alimenta o ciúme
As pessoas infelizes acreditam que a boa sorte de outra pessoa rouba a sua própria sorte. Acreditam que não existe bondade ao seu redor e constantemente compara o seu destino com o dos outros. Isso as leva ao ciúme e ao ressentimento.

Pessoas felizes sabem que a sua boa sorte e as circunstâncias são meros sinais de que qualquer pessoa pode desejar e alcançar a felicidade. Os povos felizes e prósperos acreditam que carregam um modelo que não pode ser duplicado por qualquer outro no planeta. Confiam em suas possibilidades e não ficam atolados pensando que a boa sorte de uma pessoa limita o resultado final na gangorra da vida.

Controla sua vida com esforço exagerado
Existe uma enorme diferença entre controle e esforço para alcançar os objetivos. As pessoas felizes diariamente adotam medidas para cumprir suas metas, mas percebem, no final, que há muito pouco controle sobre o que vida lança no seu caminho.

As pessoas infelizes se esforçam ao máximo para controlar os resultados e se desmoronam quando a vida joga uma chave em seu caminho. E não conseguem abrir a porta. Pessoas felizes podem ser focadas, mas têm a capacidade de ir com o fluxo e não se esmorecem quando a vida mostra um obstáculo. E conseguem abrir a porta.

A chave dá passagem a uma porta de luz para o fim a ser alcançado. Mesmo assim, as pessoas felizes se preparam para o que pode acontecer sem se desmoronar quando os melhores planos ruírem. Porque isso pode acontecer. Ir com no fluxo da vida e acreditar em uma nova chance é o plano B das pessoas felizes.

Vislumbra o futuro com preocupação e medo
Há muito espaço de aluguel nos ouvidos das pessoas infelizes. E os seus pensamentos se enchem com o que pode dar errado em vez de pensar no que pode dar certo. Já as pessoas felizes tomam uma dose de ilusão e se permitem sonhar acordadas sobre o que gostariam de realizar na vida.

Por outro lado, as pessoas felizes também experimentam medo e preocupação, mas fazem uma distinção importante entre sentir e viver. Quando o medo ou a preocupação entra na mente de uma pessoa feliz ela se pergunta sobre a possibilidade de uma ação que possa evitar que o seu medo ou preocupação aconteça. Pessoas infelizes preenchem esses espaços com constante preocupação e medo do futuro.

Suas conversas estão cheias de reclamações e, não raro, carregadas de fofocas
As pessoas infelizes vivem ancoradas na reclamação e gostam de viver no passado. O que lhes aconteceu e as dificuldades da vida são o centro de suas conversas. Quando esgotam as coisas que têm a dizer, se voltam para a vida de outras pessoas. O que popularmente é considerado como fofocas.

Pessoas felizes vivem no agora e sonham com o futuro. São capazes de sentir a vibração positiva em todos os quadrantes. Sempre são estimuladas com algo em que estão trabalhando, se sentem gratos pelo que conseguiram e sonham com as imensas possibilidades da vida.

Óbvio que nenhum de nós é perfeito. É provável que, em alguns momentos, vamos nadar em águas negativas, mas o que importa é por quanto tempo nós ficamos lá e a forma como trabalhamos no sentido de levarmos os problemas para longe de nós. Praticar hábitos positivos diariamente é o que define as pessoas felizes. As pessoas infelizes não se comportam assim. Sempre lamentam as oportunidades perdidas colocando a culpa no outro. Por fim, mesmo que você caia, volte novamente e repita o trajeto. É na recuperação que está toda a diferença entre uma pessoa feliz e uma que se considera infeliz.

Texto de Tamara Star – Extraído de The Huffington Post, publicado originalmente por Dally Transformations. Tradução e adaptação: Portal Raízes

Doce Gabito

Eu hoje acordei com uma salada de sentimentos. Triste, chateada, sensação de impotência, sem querer ver a luz do sol. Vontade nenhuma de sair da cama.

Mas… como na minha última visita  à minha psiquiatra, eu fiz umas promessas a ela, e promessas são coisas sérias, não negocio  nem com as que eu faço a mim mesma, me enchi de coragem, deixei meu quarto sem arrumar – eu nunca saio do meu quarto antes de arrumá-lo, alguns dizem que é TOC, de repente…, coloquei um biquíni, faz algum tempo que só uso maiô, mas me olhei no espelho e me achei meio “branco e preto”, peguei o “Doce Gabito”, e fui pra piscina.

Abre parêntese

dia desses fui à banca de revistas, dei uma olhada nas manchetes dos jornalões, e disse, pra mim mesma, em voz alta: meu Deus! O que levou os americanos a votarem nesse cara? O dono da banca ouviu e disse de lá: esse homem é doido! Eu tenho certeza que ele toma remédio “tarja preta”! (???????)

fecha parêntese

Há uns tempos uma amiga minha, muito diferente de mim, mas somos muito parecidas, me recomendou que lesse “O Arroz de Palma”. Gostei tanto do livro, que dei o meu pra Luana com uma dedicatória, pedindo a ela que lesse, passasse pros meus netos e que assim fosse feito com as gerações seguintes.

Essa mesma amiga, que no dia de hoje está quebrando pratos (que falta faz uns pratos, de vez em quando, pra serem espatifados) na Grécia, literalmente, me mandou uma mensagem outro dia: “leia o Doce Gabito, por favor”. Do mesmo autor.

Levei o Doce Gabito pra piscina.

A cada linha, a mesma paixão pelo Arroz de Palma. A mesma sensibilidade, a mesma leveza, a mesma doçura do Francisco Azevedo, pra falar de alegrias, de dores, de perdas, de encontros e desencontros.

Nada podetia ter sido tão bom pra mim, hoje, quanto a minha promessa à minha médica, a piscina e o Doce Gabito.

Deixei a “salada” de lado, mergulhei nos “ensinamentos do doce Gabito” e atravessei a porta aberta…

“Porta fechada não tem graça. É parede. Parede metida a besta. Parede com maçaneta, fechadura e chave. Porta encostada é parede indecisa, que às vezes vai e às vezes fica. Porta aberta, não. Porta aberta é vazio. Vazio que me deixa passar naturalmente. …..”

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